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Rio de janeiro, 26 de julho de 2009.
Que sua semana seja de paz!!! Beijos... Sol Hoffmann.
A Voz do silêncio Simples, rápido! E quanta força! Imediatamente me veio à cabeça situações em que o silêncio me disse verdades terríveis pois, você sabe, o silêncio não é dado a amenidades. Um telefone mudo. Um e-mail que não chega. Um encontro onde nenhum dos dois abre a boca. Silêncios que falam sobre desinteresse, esquecimento, recusas. Quantas coisas são ditas na quietude, depois de uma discussão. O perdão não vem, nem um beijo, nem uma gargalhada para acabar com o clima de tensão. Só ele permanece imutável, o silêncio, a ante-sala do fim. É mil vezes preferível uma voz que diga coisas que a gente não quer ouvir, pois ao menos as palavras que são ditas indicam uma tentativa de entendimento. Cordas vocais em funcionamento articulam argumentos, expõem suas queixas, jogam limpo. Já o silêncio arquiteta planos que não são compartilhados. Quando nada é dito, nada fica combinado. Quantas vezes, numa discussão histérica, ouvimos um dos dois gritar: "Diz alguma coisa, mas não fica aí parado me olhando!" É o silêncio de um mandando más notícias para o desespero do outro. É claro que há muitas situações em que o silêncio é bem-vindo. Para um cara que trabalha com uma britadeira na rua, o silêncio é um bálsamo. Para a professora de uma creche, o silêncio é um presente. Para os seguranças de um show de rock, o silêncio é um sonho. Mesmo no amor, quando a relação é sólida e madura, o silêncio a dois não incomoda, pois é o silêncio da paz. O único silêncio que perturba é aquele que fala. E fala alto. É quando ninguém bate à nossa porta, não há recados na secretária eletrônica e mesmo assim você entende a mensagem. (Marta Medeiros) ![]() Mudanças "Não tenho, dentro de mim, um núcleo pequeno e duro, uma estátua completamente forçada, real e autêntica, permanente e fixa: ser pessoa implica num processo dinâmico. Em outras palavras, se você me conheceu ontem, por favor, não vá pensar que é a mesma pessoa que está encontrando hoje. Experimentei a vida, encontrei mais coisas nas pessoas que amo, sofri e supliquei, e estou diferente. Por favor, não atribua um "valor médio", fixo e irrevogável porque estou atenta (o) o tempo todo, aproveitando cada oportunidade de meu dia-a-dia. Aproxime-se de mim, então, com um sentido de quem se pergunta a meu respeito. Estude meu rosto, mãos e voz, procurando sinais de mudança: pois é certo que mudei" (John Powell)
Postado por: Sol Hoffmann às 19h13 Rio de Janeiro, 21 de julho de 2009.
Boa tarde... Passando pra te deixar um beijo... Sol Hoffmann
Proteção Às Borboletas Benito Di Paula Eu sou como a borboleta Tudo o que eu penso é liberdade Não quero ser maltradado, nem exportado desse meu chão Minhas asas, minhas armas, não servem para me defender As cores da natureza pedem ajuda pra eu sobreviver Você que me vê voando Como a paz de uma criança Você sabe a minha idade Eu sou sua esperança A ordem da humanidade não deve ser destruída quando eu voar me proteja sou parte da sua vida Eu sou como a borboleta...
Postado por: Sol Hoffmann às 14h20 Rio de janeiro, 20 de julho de 2009.
Que todos tenham Uma semana de paz!!! Beijinhus de luz!!! Sol Hoffmann
Feliz dia do amigo para todas nós!
Ser feliz ou ter razão?
Postado por: Sol Hoffmann às 11h08 |
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